Se, por acaso, você for a minha esposa, fique sabendo que eu a amo muito.
(Acho que é a única pessoa que lerá este post)
O mais importante não é a distância da viagem, mas sim o rumo. Ainda assim o romantismo do rumo está na viagem, na aventura do desbravar, no próximo passo, na próxima paisagem e até mesmo, no próximo perigo.
É dessas coisas que tratará o blog, dos lugares, dos rumos, das coisas que as justificam e fazem valer a pena a viagem, sem a pretensão de dar dicas do que é melhor ou pior, do que é certo ou errado. O mais legal será compartilhar, trocar idéias e informações, ampliar horizontes. Um pouco chavão, né?
Eu, do que mais gosto é da viagem, do rumo, e o lugar é o prêmio.
Minha primeira aventura foi aos 11 anos em uma Caloi Cross (bicicleta aro 13, acho) que fiz em segredo da minha mãe, não havia 10 km mas o medo da tunda não me deixou completar a aventura.
Depois em outra aventura o cômico aconteceu, fui na casa de um amigo com a mesma bicicleta, era bem longe, uns 20 km, a mãe dele em uma coincidência incrível encontrou a minha mãe no ônibus e lá me delatou. Não apanhei, mas me surpreendi quando minha mãe chegou em casa sabendo onde eu havia estado. Eu fui de um bairro chamado Parque Lavoura à Restinga em Porto Alegre. Depois fui perdendo o medo e também fui à Lami com a mesma bicicleta, essa era minha companheirinha de aventuras.
Com o tempo irei melhorando o blog (espero!), os assuntos, tentarei não produzir textos longos e te convido, caso tenha lido até aqui, a ler os próximos posts. Ainda tentarei encontrar uma foto da bicicleta e no próximo post falarei da minha primeira viagem documentada (uma foto).
Se há alguma aventura que tu tenha feito quando era criança, por gentileza conta aí nos comentários.
Quero chegar a contar os rumos e lugares mais arrojados que fiz, mas até lá irei passo a passo com essas aventuras menos expressivas contando de maneira cronológica.
Eu, do que mais gosto é da viagem, do rumo, e o lugar é o prêmio.
Minha primeira aventura foi aos 11 anos em uma Caloi Cross (bicicleta aro 13, acho) que fiz em segredo da minha mãe, não havia 10 km mas o medo da tunda não me deixou completar a aventura.
Depois em outra aventura o cômico aconteceu, fui na casa de um amigo com a mesma bicicleta, era bem longe, uns 20 km, a mãe dele em uma coincidência incrível encontrou a minha mãe no ônibus e lá me delatou. Não apanhei, mas me surpreendi quando minha mãe chegou em casa sabendo onde eu havia estado. Eu fui de um bairro chamado Parque Lavoura à Restinga em Porto Alegre. Depois fui perdendo o medo e também fui à Lami com a mesma bicicleta, essa era minha companheirinha de aventuras.
Com o tempo irei melhorando o blog (espero!), os assuntos, tentarei não produzir textos longos e te convido, caso tenha lido até aqui, a ler os próximos posts. Ainda tentarei encontrar uma foto da bicicleta e no próximo post falarei da minha primeira viagem documentada (uma foto).
Se há alguma aventura que tu tenha feito quando era criança, por gentileza conta aí nos comentários.
Quero chegar a contar os rumos e lugares mais arrojados que fiz, mas até lá irei passo a passo com essas aventuras menos expressivas contando de maneira cronológica.
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