7 de maio de 2013

A BELA CASCATA PEDRAS BRANCAS

   




Cascata Pedras Brancas
        Com certa majestade a cascata das Pedras Brancas impera no vale das Pedras Brancas com seus noventa metros de altura.
   O vale onde ela se esconde é exuberante, exibe a natureza em paredões muito bonitos e combina a natureza com o caminho em uma sintonia e encanto de engrandecer a alma.
   Ao olhar para ela, eu particularmente, vejo duas cascatas, uma que cai sobre  outra, a segunda  pulveriza o véu da primeira deixando a cascata com um efeito mais bonito.
    De longe já é possível ver a cascata, isso contribui com a ansiedade da chegada recompensadora, logo quando chegamos temos já a primeira foto, mais uns passos e lá está ela e seu império completo.



Base da cascata


O RUMO

   
Trecho
É uma aventura bem legal.   Pode ser a pé, bicicleta, moto ou carro.  Primeiro você deve procurar a minuscula cidade de Três Forquilhas ( Rio Grande do Sul) e depois buscar um lugar com o nome de Boa União a caminho para a cascata das Pedras Brancas. - Parece pouco!? Nem tanto.

 Vá perguntando para as pessoas que moram na região.  Depois de Boa União há um bom trecho ainda, todo o caminho é em estrada de chão, chegando lá o caminho fica mais ingrime e mais pedregoso mas ainda é possível o acesso de  carro até poucos metros.
Minha esposa em pose à caminho para cascata
     Olhado por esse lado, o caminho não é de fácil acesso, mas dá sim "pra" chegar sem grandes riscos.   Não é um passeio de  uma tarde. Pelo caminho e distancia, deve-se programar um tempo um pouco maior.   Eu acredito que o melhor passeio será o de moto ou bicicleta pois, dará para curtir melhor o caminho que é bárbaro   Tem gente que gosta de fazer trilha naquelas bandas.


BLÁBLÁBLA...

    Andar por aquelas estradas de chão em meio a tantos morros, paredões e mata me fazem sentir tão bem, que tenho vontade de retornar lá ainda outras vezes.
Ponte de madeira e metal.
     Já fui três vezes.   Uma vez fui de bicicleta e as outras de moto.   Tenho a sensação que a cascata está escondida e ao encontrar ela dá uma sensação de desbravamento, descobrimento, pois quem dirá que no fim daquela estrada se encontre uma cascata tão bonita
Eu fazendo pose!
     A primeira vez fui sozinho e na segunda fui com um amigo e na terceira fui com minha esposa, na época namorada.  Depois de ver essas fotos tenho vontade de retornar e tentar fazer algumas fotos melhores, coisa que nesse lugar não é difícil. 






FALANDO DE OUTRA COISA

     Tenho uma viagem programada para Bariloche.   Pretendo passar por Passo de los Libres, Rosário, Cordoba, Mendosa, Vina del Mar, Pucón e, enfim, Bariloche.  Tudo isso no inverno e de carro!
     Se você quiser opinar sinta se a vontade, sugira, interfira, dê o seu pitaco, "tá valendo".


PRÓXIMO POST

    No próximo post pretendo falar sobre algum lugar de Florianópolis  lá não é apenas lugar, lá é um rumo cheio de lugares interessantes e bonitos.


1 de maio de 2013

DESCUBRA A CASCATA DO GUARAPIÁ

     
O LUGAR

   É   natureza  direto na veia!   A cascata do Guarapiá     está escondida em meio a muita    árvore do que  restou   da   Mata Atlântica.  Para se chegar lá  é necessário andar  por estradas  de chão batido que à medida que vai  chegado  vai  estreitando até       que      se      torna  um  carreiro.
  Pra quem gosta de natureza, interior, mato e paisagens é um prato cheio.  É um passeio de um dia. Todo o caminho é bonito e a cascata de águas fartas e com seus 12 metros de altura não deixa por menos e encontrar a cascata é o tempero do passeio.  Lá há uma piscina natural formada ao pé da cascata, os visitantes até podem tomar banho, geralmente é uma água gélida, mas muita limpa.   Serpenteando pelo caminho vai o rio Maquiné, de quando em quanto há uma ponte, ou pontezinha.   Maquiné é uma cidade bem pequena e andando mais 13 km há um distrito que parece que está perdido do resto do mundo, é Barra do Ouro, mas está lá firme, forte e viva.  No caminho além de uma paisagem de agricultura há a paisagem da serra, é lindo, enfim é um passeio que fale a pena.

Dá para ir atrás do véu, muito legal.

         A água, além de fria tem uma coloração esmeralda.  Na internet é possível achar fotos melhores, na época eu fui meio insensível ao detalhe da água.   A cascata está dentro da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica, essa reserva faz parte de um programa de preservação da Mata Atlântica em que concilia o desenvolvimento humano da região e a conservação da biodiversidade.   Em dias em que sustentabilidade está na moda, será esse um outro motivo para conhecer a cascata.

    Em maquiné a ecologia está em pauta e é um lugar voltado para o ecoturismo, assim como a região.  Há campings, hoteis fazenda, e mais cascatas,  etc...


Caso tenha lido o post até aqui, deixe sua opinião e também avalie.  É importante. 
     
Ainda sobre Osório confira esses endereços:

http://www.maquine.rs.gov.br/index.php/fotos-e-videos/54-uma-viagem-para-o-interior-da-natureza.html
http://www.maquine.rs.gov.br/index.php/turismo/30-turismo/81-rota-natur.html



O RUMO


     O rumo é o litoral norte do Rio Grande do Sul, mas é bem longe da praia. O caminho é indo pela BR 101 que costeia a Serra Geral e depois penetrando a serra partindo de Maquiné.     Para quem vem das bandas de Porto Alegre pode admirar no caminho ao fim da Free Way, a misteriosa lagoa do Barros. Preste a atenção que naquela imensidão de água não haverá barcos e, dizem que em suas águas não há peixes.   

Lagoa dos Barros e suas lendas

     Você não verá barcos porque, ali há um imenso redemoinho que traga os barcos para o fundo onde há uma antiga cidade submersa.   Caso você passe por lá a noite, talvez veja na penumbra uma  cruz que pertence a essa cidade, porém o melhor será não procurar nessa lagoa e nessa altura do caminho coisas sobrenaturais, pois possa ser que você encontre o fantasma de uma noiva que vaga por ali a beira da estrada.

Caso passe por Osório...

    Se passar por Osório, lá há o morro da Borrucia e a usina eólica, é uma boa parada, porém se o passeio for de um dia pode não dar tempo para completar a viagem há cascata.
   Na BR 101 você passará por um túnel com uns 1.800 metros, bem bacana.

Encontrando a Cascata...

    Logo já será a entrada para Maquiné e dali por diante o rumo será em sua maior parte, estrada de chão.  Fique sabendo que a última chance de lanche será na Barra do Ouro, pois na cascata não há nada com que se possa contar para comprar comida.
   A cascata não é tão difícil de encontrar, mas o melhor é ir perguntando para as pessoas que moram na região.  Partindo de Maquiné tem que ir rumo a Barra do Ouro, pela estrada RS 484, o resto será mais duvidoso, mas quem tem boca vai a Roma, não tem como se perder, as pessoas  de lá já estão acostumadas.



BLÁBLÁBLÁ...
Uma parada para relaxar.

    Fazer esse caminho de bicicleta é muito legal, já fiz duas vezes.   Uma vez sozinho, outra com um amigo.   De moto é mais legal ainda, e mais ainda se for de galera, uma vez fui com outras quatro motos, foi muito bom!


Galera indo.

 De carro também da para ir, mas na última vez que fomos, uma pontezinha havia sido levada pelo rio, de carro não valia apena atravessar, neste caso tornaria a caminhada ainda um pouco maior.




FALANDO DE OUTRA COISA

     Tenho uma viagem programada para Bariloche.   Pretendo passar por Passo de los Libres, Rosário, Cordoba, Mendosa, Vina del Mar, Pucón e, enfim, Bariloche.  Tudo isso no inverno e de carro!
     Se você quiser opinar sinta se a vontade, sugira, interfira, dê o seu pitaco, "tá valendo".   

(Essa eu já fiz em junho de 2013. Uma aventura extraordinária, ainda assim "tá" valendo o pitaco, deixa aí!)


PRÓXIMO POST

    No próximo post pretendo falar sobre a cascata das Pedras Brancas, a cascata é mais linda ainda e esta em um lugar mais remoto ainda.


     





     
    

12 de abril de 2013

VOCÊ CONHECE TORRES?

        
Torres
Entre as praias dos Gaúchos é a que a natureza foi mais generosa, é um lugar legal e bonito.  E diga-se de passagem, os gaúchos não têm praias glamurosas, mas Torres é um lugar que vale a pena visitar, não tanto pela cidade mas pelos morros postos como sentinelas a beira mar.  
     
Em maio tem o festival internacional de balonismo, é muito bonito, é outra coisa que vale a pena ir ver.  Às vezes que fui não levei muita sorte, choveu.    Ir pela manhã dá mais sorte, não entendo "bulufas", mas parece que o vento é melhor.   Um dia tentarei ir pela manhã, neste caso tem que ser bem cedo, as sete horas.

Festival internacional de balonismo ao entardecer
           
      Para quem viaja de carro partindo de Porto Alegre tem uma viagem segura e rápida indo pela monótona Free Way (BR 290) e depois chegando pela Estrada do Mar (RS 389). 

       No trecho que passa pela cidade de Osório, não há como não admirar o parque eólico às margens do caminho onde imponentes e gigantes torres e hélices geram energia limpa.  Parece coisa de primeiro mundo. 
        A Free Way é uma via monótona porém de boa estrutura, bem larga, sinalizada, com socorro e essas coisas que vias pedagiadas podem oferecer.
        A viagem pela Estrada do Mar pode passar despercebida, caso o motorista sinta-se a vontade com o asfalto bem conservado e pise mais o acelerador, também pode levar algumas multas, mas caso o motorista resolva admirar a paisagem desse trajeto, não se arrependerá se ir mais devagar, pois terá como companhia à esquerda os morros da serra compondo paisagens com pastagens à beira da estrada, se for ao fim da tarde o sol realçará a pintura.
      Também a viagem à Torres pode ser pela Rota do Sol, quem vem por esse caminho é o pessoal de Caxias e região.  Alguém de Santa Catarina também pode querer ir à Torres, mas quem? Sei lá! Alguém que tenha parentes em Torres, talvez!


O LUGAR


Confira os sites
http://www.torres.rs.gov.br
http://www.torres.tur.br/

Torres é um lugar tranquilo, não oferece grandes perigos.



     Além de um passeio bacana é possível um amador conseguir fotos legais.   E mais que fotos legais, é poder admirar ainda outras paisagens.
     Aí ao lado, contrastando com o por do sol, é uma laguinho em cima do morro.



O RUMO

        O rumo será o litoral norte do Rio Grande do sul e geralmente se parte de Porto alegre, neste caso de carro ou ônibus, o caminho será a Free Way e depois a Estrada do mar.

       Se fores pela Free Way, saiba que há pedágios e somente um posto de combustível, que o caminho pela  Estrada do Mar é seguro, porém à noite há o perigo de acidente com animais na pista e também com ciclistas que andam à beira da pista, fique atento  aos "pardais", a velocidade é 80km/h e não há acostamento.   Um caminho alternativo à Free Way é a RS 30, é bem menos segura, cheia de curvas porém bonita, nesta via não há pedágios e há muitos trechos urbanos.   O caminho alternativo à Estrada do Mar é a BR 101, novinha em folha, muito boa, há um túnel, não há "pardais" porém deixa a viagem um pouco menos curta. 
      Quem vai pela Rota do Sol, viaja por uma via lindíssima, há uma serra bem cheia de curvas que pode ser perigosa, há dois túneis, depois de um dos túneis há um mirante, cuide muito bem as placas de velocidade, quando passar por uma placa de 40 km/h haverá um pardal sorrateiro esperando após uma curva.

Também dá para saber como está a Free Way:


BLÁ BLÁ BLÁ...

       Minha primeira viagem para Torres foi de bicicleta, uma caloi Cross que eu tinha.   Eu parti de Capão da Canoa às seis horas da manhã e cheguei a uma hora da tarde.  Fui pela praia uns 60 quilômetros levando nas costas, em uma mochila, o almoço, roupas e
acoplado na bicicleta mais apetrechos.  Conheci os morros, o farol e retornei no mesmo dia pela Estrada do Mar e chegando em casa por volta da meia noite.  Para mim uma aventura e tanto. 
Entardecer sobre a cidade

 Lá em Torres eu já fui de bicicleta, moto e carro, fui para ver os morros lá da praia, ver o festival de balonismo, e também apenas por ir, já fui sozinho, com um parente, e com minha esposa.  Lá é um bom lugar para namorar.


FALANDO DE OUTRA COISA

       Tenho uma viagem programada para Bariloche.   Pretendo passar por Passo de los Libres, Rosário, Cordoba, Mendoza, Vina del Mar, Pucón e, enfim, Bariloche.  Tudo isso no inverno e de carro!
     Se você quiser opinar sinta-se a vontade, sugira, interfira, dê o seu pitaco, "tá valendo".


PRÓXIMO POST
Cascata do Guarapiá.

PRA INÍCIO DE CONVERSA


Se você por acaso caiu nesse blog, não desista, ainda vão ter coisas legais aqui.


Se, por acaso, você for a minha esposa, fique sabendo que eu a amo muito.
(Acho que é a única pessoa que lerá este post)

       O mais importante não é a distância da viagem, mas sim o rumo.   Ainda assim o romantismo do rumo está na viagem, na aventura do desbravar, no próximo passo, na próxima paisagem e até mesmo, no próximo perigo.
       É dessas coisas que tratará o blog, dos lugares, dos rumos, das coisas que as justificam e fazem valer a pena a viagem, sem a pretensão de dar dicas do que é melhor ou pior, do que é certo ou errado.    O mais legal será compartilhar, trocar idéias e informações, ampliar horizontes.  Um pouco chavão, né?

        Eu,  do que mais gosto é da viagem, do rumo, e o lugar é o prêmio.


       Minha primeira aventura foi aos 11 anos em uma Caloi Cross (bicicleta aro 13, acho) que fiz em segredo da minha mãe, não havia 10 km mas o medo da tunda não me deixou completar a aventura.


       Depois em outra aventura o cômico aconteceu, fui na casa de um amigo com a mesma bicicleta, era bem longe, uns 20 km, a mãe dele em uma coincidência incrível encontrou a minha mãe no ônibus e lá me delatou. Não apanhei, mas me surpreendi quando minha mãe chegou em casa sabendo onde eu havia estado.  Eu fui de um bairro chamado Parque Lavoura à Restinga em Porto Alegre.  Depois fui perdendo o medo e também fui à Lami com a mesma bicicleta, essa era minha companheirinha de aventuras.


      Com o tempo irei melhorando o blog (espero!), os assuntos, tentarei não produzir textos longos e te convido, caso tenha lido até aqui, a  ler os próximos posts.  Ainda tentarei encontrar uma foto da bicicleta e no próximo post falarei da minha primeira viagem documentada (uma foto).


        Se há alguma aventura que tu tenha feito quando era criança,  por gentileza conta aí nos comentários.


       Quero chegar a contar os rumos e lugares mais arrojados que fiz, mas até lá irei passo a passo com essas aventuras menos expressivas contando de maneira cronológica.